No Portugal de 1976, às margens do rio Tejo, Maximiano, “Max”, como lhe chamam, vive múltiplas peripécias como polícia judiciária, ao lado de Pierre, seu compincha. Entre o ofício de investigador policial, o lado romântico da vida e o contexto político português pós-revolução, "Morte no Tejo", o romance de estreia do escritor Luís Guerreiro, conta a história de um homem, um tanto ou quanto solitário, que divide o seu tempo entre a capital e o Ribatejo, dedicado à profissão e apaixonado por Laura, filha de pai rico e fonte de muitas incertezas para o seu coração. Um corpo encontrado a boiar no rio Tejo é ponto de partida para a tentativa de desvendar tal mistério. A partir daí, Max procura decifrar as pistas que encontra e coloca a descoberto outros casos investigados junto com Pierre, o fotógrafo, que há pouco tempo tornara-se o seu companheiro de aventuras. Enquanto isso, a revelação e descrição de ligações pessoais podem conduzir a dupla de amigos, cada um com os seus segredos, às respostas que tanto procuram. Sob os auspícios do poema de Alexandre O’Neill, Luís Guerreiro mergulha nas dinâmicas de poder familiar e social de um Portugal recém-saído das amarras da ditadura, num policial sagaz, que faz o leitor perder o fôlego.

Luís Guerreiro formou-se em engenharia Aerospacial em 2011, área em que trabalhou durante poucos anos. Em 2014, atraído pelo setor da energia e das ciências sociais, decidiu mudar de rumo e voltar a estudar. Depois de frequentar o programa do MIT sobre energias renováveis e o mestrado em Políticas Públicas na área da energia, passou a gerir, através da própria empresa, comunidades de energia renovável. Em paralelo, o autor conclui o seu Doutoramento em Políticas Públicas e, todos os dias, lê, escuta, observa e escreve. Escreve para refletir, interrogar-se, contradizer-se. "Morte no Tejo" é a sua estreia em ficção.

Morte no Tejo

Morte no Tejo
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No Portugal de 1976, às margens do rio Tejo, Maximiano, “Max”, como lhe chamam, vive múltiplas peripécias como polícia judiciária, ao lado de Pierre, seu compincha. Entre o ofício de investigador policial, o lado romântico da vida e o contexto político português pós-revolução, "Morte no Tejo", o romance de estreia do escritor Luís Guerreiro, conta a história de um homem, um tanto ou quanto solitário, que divide o seu tempo entre a capital e o Ribatejo, dedicado à profissão e apaixonado por Laura, filha de pai rico e fonte de muitas incertezas para o seu coração. Um corpo encontrado a boiar no rio Tejo é ponto de partida para a tentativa de desvendar tal mistério. A partir daí, Max procura decifrar as pistas que encontra e coloca a descoberto outros casos investigados junto com Pierre, o fotógrafo, que há pouco tempo tornara-se o seu companheiro de aventuras. Enquanto isso, a revelação e descrição de ligações pessoais podem conduzir a dupla de amigos, cada um com os seus segredos, às respostas que tanto procuram. Sob os auspícios do poema de Alexandre O’Neill, Luís Guerreiro mergulha nas dinâmicas de poder familiar e social de um Portugal recém-saído das amarras da ditadura, num policial sagaz, que faz o leitor perder o fôlego.

Luís Guerreiro formou-se em engenharia Aerospacial em 2011, área em que trabalhou durante poucos anos. Em 2014, atraído pelo setor da energia e das ciências sociais, decidiu mudar de rumo e voltar a estudar. Depois de frequentar o programa do MIT sobre energias renováveis e o mestrado em Políticas Públicas na área da energia, passou a gerir, através da própria empresa, comunidades de energia renovável. Em paralelo, o autor conclui o seu Doutoramento em Políticas Públicas e, todos os dias, lê, escuta, observa e escreve. Escreve para refletir, interrogar-se, contradizer-se. "Morte no Tejo" é a sua estreia em ficção.