Dividido em três partes, o livro 'Carta muito pessoal de um recluso Covid-ativo' traz-nos dois contos e um conjunto de cartas, escritas pelo autor durante o confinamento decretado no país em março de 2020. Com uma prosa aprimorada e recheada de referências familiares, o autor inicia-se na ficção com os contos “Um fim de semana qualquer” e “O último heterónimo de Fernando Pessoa”. Na terceira parte, apresenta-nos as suas reflexões durante a quarentena, encarada como um desafio desconcertante, mas nem por isso inexequível. Fala-nos dos heróis da nova rotina, dos livros que saíram das prateleiras, das mudanças que podem ter vindo para ficar. Partilhas com laivos humorísticos, mas igualmente pertinentes, que espelham a experiência que tem sido o ano de 2020.

João Pedro Duarte tem 23 anos e dedica-se à licenciatura em Turismo. Apaixonado por teatro e cinema, nunca deixou de ter um livro como companheiro e, depois de algumas histórias que ficaram na gaveta, decidiu canalizar suas melhores inspirações para a criação literária. Nos seus escritos, costuma também usar o heterónimo do seu bisavô, Manuel dos Reis.

Edição: 1a. | Ano: 2021 | e-ISBN: 9789898938862

Carta muito pessoal de um recluso Covid-ativo

Carta muito pessoal de um recluso Covid-ativo

Dividido em três partes, o livro 'Carta muito pessoal de um recluso Covid-ativo' traz-nos dois contos e um conjunto de cartas, escritas pelo autor durante o confinamento decretado no país em março de 2020. Com uma prosa aprimorada e recheada de referências familiares, o autor inicia-se na ficção com os contos “Um fim de semana qualquer” e “O último heterónimo de Fernando Pessoa”. Na terceira parte, apresenta-nos as suas reflexões durante a quarentena, encarada como um desafio desconcertante, mas nem por isso inexequível. Fala-nos dos heróis da nova rotina, dos livros que saíram das prateleiras, das mudanças que podem ter vindo para ficar. Partilhas com laivos humorísticos, mas igualmente pertinentes, que espelham a experiência que tem sido o ano de 2020.

João Pedro Duarte tem 23 anos e dedica-se à licenciatura em Turismo. Apaixonado por teatro e cinema, nunca deixou de ter um livro como companheiro e, depois de algumas histórias que ficaram na gaveta, decidiu canalizar suas melhores inspirações para a criação literária. Nos seus escritos, costuma também usar o heterónimo do seu bisavô, Manuel dos Reis.

Edição: 1a. | Ano: 2021 | e-ISBN: 9789898938862